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segunda-feira, 11 de junho de 2018

Os Espaços Gastronômicos de Porto Alegre


Um dos maiores prazeres da vida é comer comidas boas. Porto Alegre tem vários restaurantes e cafés maravilhosos e aconchegantes, conheça alguns deles:

Pink Velvet: Padaria Gourmet com uma dose extra de fofura, o Pink Velvet conta com donuts, bolos e cafés, mas o diferencial é o brunch de domingo, que seria basicamente uma junção de café da manhã com almoço em uma mesma refeição.  
Localização: localizado na Av. Venâncio Aires, 757 - Cidade Baixa.
Instagram: @oficialpinkvelvet

Imagens retiradas do Instagram oficial


Agridoce Café: Com um espaço diferenciado e uma decoração de tirar o folego, o Café Agridoce é uma excelente opção para um café da tarde. Com valores acessíveis e um cardápio saboroso, não tem erro.
Localização: R. Sarmento Leite, 1024 - Cidade Baixa.
Instagram: @agridocecafe

Imagens retiradas do Google


Madero Container: Uma hamburgueria estruturada dentro de um container que serve um dos melhores hamburguers de Porto Alegre em um espaço totalmente climatizado. “The Best Burger in The World”, ou “O Melhor Hambúrguer do Mundo”, o slogan é provocativo, mas a casa entrega o que promete.
Localização: Anita Garibaldi 2303; Av Ipiranga 6111 e Boulevard laçador.
Instagram: @maderobrasil
Imagens retiradas do Google


Severo Garage: Trazendo para a capital gaúcha um ambiente temático e descolado, com decoração característica de uma garagem, com sistema pague e pegue, além de um atendimento ágil e cardápio enxuto.
Na Severo Garage, o cliente dispõe de cinco opções de hambúrgueres e pode turbiná-los com várias opções de extras, satisfazendo a sua fome mais severa.
Localização: Av. Assis Brasil 4320; Av. Venâncio Aires 881; Av. Nilo Peçanha 1640; Rua Padre Chagas, 293
Imagens retiradas do Google

Gabrielen Marques, Inayê Silva e Jhulia Rocha

Começa cadastro biométrico no Campus FAPA da Uniritter


Sistema procura aumentar a segurança de quem frequenta o local

Teve início nesta segunda-feira (11) o cadastramento biométrico de alunos com inicias de K a Z para uso das novas catracas no Campus FAPA.

De acordo com a Uniritter “o novo sistema de catracas eletrônicas aprimora o controle de acesso” à universidade. A instituição ainda afirma que é a implementação dos controladores é importante para manter um ambiente seguro dos estudantes, professores e colaboradores.



A catraca fica localizada na entrada de cada prédio. Após cadastrar a digital do dedo é só coloca-lo no leitor e ingressar nos ambientes da universidade.

Para quem for realizar o cadastramento é preciso levar documento com foto e dirigir-se à Biblioteca, no prédio 5. Quem possui cadastro nas catracas do Campus Zona Sul não precisa realizar o processo novamente.

Ana Carolina, Gabriel Alves e Vinicius Moura                                                                         
Atendimento fica disponível das 8h às 22h.
Foto: Vinicius Moura

sábado, 9 de junho de 2018

II Copa dos Refugiados

No domingo, dia 03 de junho aconteceu a II Copa dos refugiados no estádio do Sport Clube Internacional (Beira Rio). Senegal , Angola, Peru e Líbano foram os semifinalistas.
A abertura da Copa, contou com a presença do cantor nigeriano Lumi, finalista do The Voice Brasil 2017. Lumi é um dos apoiadores dessa II Copa dos refugiados. 
Ele deixa bem claro a relevância de ter um evento assim: "É muito importante, porque comemora a nossa união, não como africano ou como imigrante mas como pessoas. E está chamando muita atenção e isso através do esporte traz muita alegria, paz e todas as coisas boas."  

Nessa Copa também tivemos muito samba com a Escola Imperadores do Samba, que trouxeram  um pouquinho daquilo que representa nosso País. Assim como já dizia nossa querida Alcione "NÃO DEIXE SAMBA MORRER , NÃO DEIXE O SAMBA ACABAR", Érico Leoti e sua escola não deixaram esse ritmo morrer e colocaram todos para sambar na entrada dos jogadores, que logo mais fariam um show à parte dentro do campo.




Érico Leoti, representante da Imperadores do Samba, deixou todo seu apoio para com os refugiados. Ele ofereceu o espaço da escola para qualquer evento que os refugiados precisarem.


Tatiana Belen

sexta-feira, 8 de junho de 2018

Novos rostos que fazem o Brasil

Haitianos, sírios, senegaleses, congoleses, venezuelanos... por diferentes razões estas pessoas deixaram seus países nos últimos anos em busca de uma vida melhor no Brasil. Alguns são classificados como refugiados, status legal que é concedido a quem sofre "fundado temor de perseguição" em seu local de origem e cruza fronteiras para proteger a própria vida. Foi o que aconteceu com colombianos e angolanos na década de 1990 e que ocorre agora com sírios, por exemplo. Outros buscam melhores oportunidades de trabalho, como os senegaleses, ou de condições econômicas e de infraestrutura mais adequada, como os haitianos que abandonaram sua terra após o terremoto em 2010. 
O status de refugiado é concedido pelo Comitê Nacional de Refugiados (CONARE), que analisa cada caso. Os sírios são atualmente o grupo mais numeroso, mas a situação pode se modificar se as solicitações apresentadas por venezuelanos forem reconhecidas. No ano passado, eles encaminharam mais de 17 mil pedidos ao CONARE, o que representa 53% do total. Em casos nos quais o conceito de refúgio não se aplica, o governo concedeu também vistos humanitários. 
A prática no Brasil tem sido a de não criminalizar a imigração, o que não quer dizer que a acolhida seja sempre fraterna. Os estrangeiros enfrentam o preconceito (e o racismo é um problema muito presente no Brasil) e há inclusive casos registrados de agressão contra eles. Num cenário de crise econômica, há brasileiros que temem perder seus empregos para quem vem de fora, um argumento que é derrubado por pesquisas científicas. 
Entre as formas de facilitar a inclusão de refugiados e imigrantes está o apoio no aprendizado do português. Algumas destas aulas serão financiadas com o valor arrecadado na Copa dos Refugiados, realizada nos dias 2 e 3 de junho em Porto Alegre. A cobertura do evento foi feita por nossa equipe e você confere aqui. 
O local das semi-finais e final da competição não podia ser mais apropriado. O Beira-Rio foi remodelado para a Copa de 2014 e teve entre seus operários haitianos, que tive oportunidade de entrevistar no dia da inauguração. Na época, me contaram que recebiam cerca de R$ 1500,00 e tentavam viver com cerca de R$ 1000,00 apenas. O restante era enviado para familiares no Haiti, pois representava um valor alto lá, que garantia uma vida melhor para os que tinham permanecido.  
Denise De Rocchi

De imigrante a campeão
Como vivem os venezuelanos no Brasil

quinta-feira, 7 de junho de 2018

De imigrante a campeão

Treinador do Senegal conta sua trajetória até a final

Foto: Mariana Braz
No último domingo (03/05), ocorreu no estádio Beira Rio a segunda edição da Copa dos Refugiados em Porto Alegre. Evento que consiste em buscar a integração de refugiados e imigrantes com o povo gaúcho e promover a sua inclusão social.  (entenda a diferença entre refugiado e imigrante)
A seleção de Senegal se tornou bicampeã da Copa após superar o Líbano nos pênaltis, em uma partida onde o cansaço tomou conta dos jogadores. 
Há cinco anos no Brasil, o técnico da seleção senegalesa Serigne Mame, conta que conheceu o país através de um amigo do Rio de Janeiro, foi incentivado por ele a vir para cá, pois na época tinha muito emprego. Ele relata que o início não foi muito fácil, quando chegou em Caxias do Sul não tinha lugar para ficar, então esse amigo o tirou da rua e o acolheu dentro de sua casa, onde residiu por um ano, economizando dinheiro para alugar uma casa e abrigar mais dois amigos. 
Aprendeu a falar português na prática, ouvia as pessoas e tentava repetir as palavras. Entre risos, admite que não é algo fácil, mas que vem aprimorando a língua. 
A seleção senegalesa é bem organizada, a ideia de montar um time veio justamente para ajudar aqueles que estavam chegando no país, fazendo do futebol um meio de aproximação. Caso alguém chegasse aqui e não tivesse uma casa para ficar, através dessa união proposta pelo futebol, eles arranjavam abrigo e ajudavam um ao outro. 
Foto: Denise De Rocchi

O time joga junto há quatro anos e chegaram a jogar contra o time B do Caxias e do Juventude. A inspiração de ser treinador veio a partir disso. Ele conta que estavam treinando para essa copa há muito tempo, jogavam todos os domingos para se prepararem.
Segundo ele, a importância de ter ganhado o título é gigantesca, todos os jogadores mereceram, pois jogaram em jejum - Ramadã, um tempo de renovação da fé. Serigne alega que se não tivessem feito isso, não teriam chegado até a final e explica que por isso alguns jogadores erraram os pênaltis, pois estavam muito cansados. Com um sorriso no rosto e a medalha no peito, afirma que todo o esforço valeu a pena.




                                                                                                                                           Mariana Braz

quarta-feira, 6 de junho de 2018

Torcida da Copa dos Refugiados 2018

      Promover a integração e inclusão social. Foi com esse objetivo que, na tarde deste domingo (3), foi realizada a Copa dos Refugiados 2018 no estádio Beira-Rio. Organizado pela Agência da ONU para Refugiados e instituições colaboradoras, o projeto recebeu mais de cem refugiados e imigrantes e reuniu oito seleções que representavam Angola, Colômbia, Guiné Bissau, Haiti, Líbano, Peru, Senegal e Venezuela.
Foto: Camila Souza
       O valor do ingresso cobrado para assistir aos jogos foi de dez reais e todo o dinheiro arrecadado será destinado ao projeto Tupiniquês (ação que vai oferecer aulas gratuitas de português e cultura brasileira aos refugiados). Esse foi o principal motivo que fez com que o torcedor Adelar e sua esposa marcassem presença no Beira-Rio neste domingo: ''Nós ficamos sabendo da Copa através da Zero Hora, e decidimos vir dar um incentivo, principalmente porque vimos que o dinheiro arrecadado será para as aulas de português para os refugiados. Achamos muito importante essa oportunidade de integração'', afirmou Adelar.
      A torcida do Líbano, time vice-campeão da Copa, ganhou destaque na arquibancada por toda a sua animação. Cada gol era comemorado com muito barulho.



Foto: Camila Souza

      Os pais de Vinicius Farias Curi, camisa 11 e craque do time libanês, estavam na primeira fileira da arquibancada, pertinho do campo para torcer para o filho. Eles contaram como Vinicius entrou para o time e quem eram os torcedores que fizeram a festa nas arquibancadas: ''Sou natural de Pelotas, e meus bisavós eram refugiados Líbanos aqui no Brasil. O Vinicius entrou para o time através dos amigos que jogavam e o convidaram por ele ser descendente de refugiados. Nós temos um grupo chamado ''Amigos do Líbano'', e todos os anos a gente organiza viagens para o Líbano e levamos o grupo para visitar. A maioria da torcida aqui é do pessoal desse grupo'', disse o pai do jogador Vinicius.

Foto: Marcus Vinícius

Camila Souza

segunda-feira, 4 de junho de 2018

Vem aí a Feira de Inverno!


Fonte: www.feiradeinverno.com.br

De 23 de junho a 22 de julho de 2018 acontecerá no município Flores da Cunha, na serra Gaúcha, a 29º edição da Feira de Inverno. Já é de praxe o apoio do Centro Empresarial e é organização da Terra do Galo Promoções e Eventos. Costuma trazer 40 mil pessoas ao Parque Vindima Eloy Kunz nos seus 5 finais de semana que se sucede.
Além disso, leva cerca de 80 expositores regionais com produtos direto de fábrica. Destaca o que a cidade fornece de melhor como confecções, artesanatos, couro, malhas e artigos coloniais.
Dentre suas principais atrações está a Casa do Turista, sorteio de prêmios, shows e apresentações (que ainda não foi divulgado), gastronomia típica e sessões de leitura. Conta também com entrada e estacionamento gratuitos, wi-fi, praça de alimentação, recreação infantil e área verde com bosque.
Confira o mapa do parque de exposição:

Fonte: www.feiradeinverno.com.br

Não perca nos sábados e domingos das 10 as 19 horas na Avenida Vindima, 1000 esse evento que já é tradição!

Via Facebook Feira de Inverno

                               www.feiradeinverno.com.br 

                                                                                                Bárbara Machado

Editorial

A primeira edição do blog Quando é o Café? está em fase de preparação (ou ebulição, se preferirem). São mais de 20 aprendizes de jornalista ...